21 de janeiro de 2012
4 de outubro de 2011
Apple apresenta o iPhone 4S, mais rápido e com câmera de 8 megapixel
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| Tim Cook, o novo CEO da Apple, durante a apresentação do iPhone 4S |
Após 15 meses no mercado, o iPhone da Apple tem um sucessor, o iPhone 4S, apresentado na tarde desta terça (4/10) pela Apple. Externamente, o modelo é o mesmo. Mas chega com processador mais veloz - o A5 que já equipa o iPad 2 - e com dois núcleos, câmera atualizada para 8 megapixels e velocidade de conexão à internet maior.
O iPhone 4S será vendido nas cores preta e branca por U$199 (16 gigabytes), U$299 (32 gigabytes) e U$399 (64 gigabytes), com contratos de dois anos com operadoras norte-americanas. No dia 14 de outubro, o smartphone já estará à venda nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, França, Alemanha e Japão. Até dezembro, 70 países já estarão comercializando o aparelho. Ainda não foram divulgadas informações sobre vendas no Brasil. As pré-vendas do iPhone 4S começam dia 7 de outubro nos Estados Unidos.
A apresentação do iPhone 4S foi feita pelo novo CEO da Apple, Tim Cook. Segundo ele, "70% dos usuários do iPhone estão 'muito satisfeitos': "Percentual é o mais alto do setor", disse.
Segundo o vice-presidente da empresa, Phil Schiller, com o novo processador A5, o iPhone 4S é duas vezes mais rápido do que seu antecessor e também é capaz de exibir gráficos sete vezes mais rapidamente com o novo chip.
Bateria
Segundo a Apple, o iPhone 4S tem bateria que suporta 8 horas de conversa em 3G, 14 horas em Edge, 9 horas de conexão wi-fi e pode baixar dados duas vezes mais rapidamente do que a versão anterior. A nova bateria é capaz de reproduzir 10 horas de vídeo e 40 de música.
A conexão à internet pelo celular utiliza tecnologia HSDPA, uma evolução do chamado padrão 3G. Não há suporte ainda para as redes 4g, já existente nos modelos equipados com o Android, sistema concorreta do iOS da Apple.
Com o padrão HSDPA, o iPhone 4S atinge até 14,4 Mbps de velocidade de download, contra 7,2 Mbps do iPhone 4. O mesmo aparelho é capaz de funcionar tanto em redes de telefonia com sistema GSM, como a maioria das utilizadas no Brasil, e CDMA, tecnologia ainda em voga nos Estados Unidos.
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Fotografia
A nova câmera do iPhone 4S de 8 megapixels possui um sensor que é capaz de capturar 60% mais pixels do que a versão anterior do smartphone. O iPhone 4S tem tela com retina display e mais sensívelà luz. Para tirar uma foto, o usuário vai demorar apenas 1 segundo.
A gravação de vídeo terá estabilização de imagem em tempo real e redutor de ruídos. Com a nova câmare, o iPhone 4S poderá gravar vídeos em HD em 1080p.
Vale destacar que a lente do novo iPhone 4S será realmente clara. Ela terá diafragma com abertura de f/2,4. Somado à resolução da imagem de olito megapixels e ao vídeo em fullHD (1080p), é avanço em relação ao iPhone 4 (fotos com 5 megapixels de resolução e vídeos em 720p HD).
A estratégia de popularização do iPhone como alternativa às câmeras digitais é clara: a Apple mostrou um gráfico durante a apresentação confirmando que, em junho, o iPhone 4 passou a ser a "câmera" mais popular do Flickr, deixando para trás oponentes semiprofissionais como a Nikon D90 (líder até então) e as Canons 5D, Rebel T2i e 7D.
Siri
Entre as os lançamentos do dia, o aplicativo da recém-adquirida empresa Siri, que permite a interação com o usuário através de conversas, foi um dos bons destaques. Na apresentação, Schiller perguntou "qual a temperatura?" e obteve a resposta "veja a previsão do tempo".
Os dados apareceram na tela do telefone. Entre outros exemplos, o VP da Apple perguntou sobre restaurantes gregos em Palo Alto, Califórnia, e o sistema respondeu que havia localizado 14, sendo 5 especializados em cozinha grega. As informações foram então listadas para o usuário. É possível ditar um e-mail, programar alarmes, procurar contatos, criar anotações, fazer buscas e procurar na Wikipédia com o Siri, por exemplo.
Vale lembrar que os comandos de voz há tempos são uma das maiores vantagens do sistema Android, do Google em relação ao iOS. Apesar de ter demorado a reagir, a Apple apresentou uma solução mais sofisticada que a do Google.
Infelizmente, os brasileiros ainda vão ter de esperar um pouco para poder usar o Siri. Elei só entende inglês, francês e alemão. Não há previsão para outros idiomas, por enquanto.
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| Philip Schiller fala sobre o Siri, um dos destaques do iOS 5 |
Saiba mais:
Tempo de duração da bateria
iPhone 4S:
3G: 8 horas de conversação
2G: 14 horas de conversação
Internet 3G: 6 horas de navegação
Wi-fi: 9 horas de navegação
Assistir a vídeos: 10 horas
Ouvir música: 40 horas
iPhone 4:
3G: até 7 horas de conversação
2G: até 14 horas de conversação
Internet 3G: até 6 horas
Wi-fi: até 10 horas
Vídeos: até 10 horas
Música: até 40 horas
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20 de setembro de 2011
Positivo Ypy: o tablet brasileiro de mil reais
A Positivo Informática levou 20 meses para descobrir quais são as melhores práticas em termos de produção de tablets. Com início de vendas em breve, a companhia apresenta nessa semana o tablet Positivo Ypy. Trata-se do primeiro tablet feito por brasileiros para brasileiros. Seja isso bom ou ruim, é assim que a empresa está anunciando o novo produto.
O Ypy (lê-se “ípi”, que quer dizer “primeiro” em tupi-guarani) estará disponível em dois sabores distintos: com visor de 7 polegadas e visor de 10 polegadas (na verdade, 9.7″). Assim, já evitamos o problema de posicionar o produto para um determinado público ou outro — cabe ao consumidor decidir o que lhe parece melhor. Para ambos está valendo a proporção de 4:3 (resolução de 1024×768 pixels no Ypy de 7″).

Ypy 7" roda Android 2.3.4 e Ypy 10" roda Android 3.2
Em suas promessas, a Positivo Informática jura que a bateria do Ypy de 7″ dura até 9 horas consecutivas. O tablet nesse modelo roda Android 2.3.4 Gingerbread. Pesa 420g. Sua memória interna é de 10 GB.
Já o modelo de 10″ utiliza o Android 3.2 Honeycomb — versão mais recente disponível publicamente do sistema do Google. Seu peso está na casa de 700g, de acordo com informações da fabricante. O aparelho ainda conta com GPS e câmera frontal. A memória interna é de 20 GB.
Entre os recursos de fábrica presentes no Positivo Ypy está o acesso a redes sociais em uma seção especial do tablet, inclusive com direito a Orkut. Também temos nele centrais de conteúdo de importantes grupos de comunicação do país, em especial graças a uma parceria com a ANJ (Associação Nacional de Jornais). No que tange a entretenimento, parcerias com gravadoras garante a presença de músicas de artistas brasileiros como Paula Fernandes, Zeca Pagodinho, Seu Jorge e Ivete Sangalo.
Questionada sobre o poder de processamento do dispositivo, bem como as especificações de memória RAM, a Positivo Informática não respondeu minhas perguntas até o momento da publicação desse texto.
A variedade de opções para o consumidor interessado no Ypy não se resume ao tamanho do visor. Essa não é a única distinção porque a Positivo Informática também vende o produto em modelos com wifi e wifi combinado com 3G. Portanto, as escolhas ficam em: Ypy7″ wifi; Ypy 7″ wifi + 3G; Ypy 10″ wifi; e Ypy 10″ wifi + 3G (ufa!).
O preço do aparelho vai variar de R$ 999 até R$ 1.299, de acordo com informações da Bia Kunze no blog Garota Sem Fio. Eu até tentei verificar o preço sugerido para cada versão distinta do aparelho, mas a Positivo Informática também não me respondeu quanto a isso.
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13 de setembro de 2011
Microsoft apresenta o novo sistema operacional Windows 8
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São Francisco - A Microsoft apresentou, nesta terça-feira, um novo sistema operacional que promete dar mais potência aos tablets com tela sensível ao toque em comparação aos iPads, da concorrente Apple.
O presidente da divisão do sistema Windows, Steven Sinofsky, deu ênfase aos tablets ao enaltecer os diversos tipos de plataformas nas quais o Windows 8 irá rodar após seu lançamento oficial.
Sinofsky integrou a equipe da Microsoft que forneceu uma análise em profundidade do Windows 8 para desenvolvedores de 'software' durante a conferência BUILD, que a gigante americana da tecnologia inaugurou no sul da Califórnia.
"Nós repensamos o Windows", afirmou Sinofsky.
"Da parte técnica à experiência do usuário, o Windows 8 traz um novo conjunto de competências", acrescentou.
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O Windows 8 foi concebido para permitir que todos os computadores sejam controlados com toques ou batidas de tela, similares ao que as pessoas estão acostumadas a usar em 'smartphones' ou 'tablets'.
O sistema operacional também foi projetado para permitir que aplicativos em separado operem juntos para sincronizar arquivos em vários equipamentos dotados de Windows 8.
Sinofsky fez uma demonstração desta versatilidade, ao exibir em um tablet uma foto tirada com a câmera de um computador de mesa.
"O Windows 8 funciona muito bem em uma variedade de equipamentos, de tablets e laptops de 10 polegadas a multifuncionais com telas de alta definição de 27 polegadas", explicou a Microsoft.
O Windows 8 foi concebido para ser a resposta da Microsoft às críticas de que cedeu o mercado de tablets para a Apple, radicada na Califórnia, predominante em um mercado ao qual deu origem com o lançamento do iPad.
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6 de setembro de 2011
Gamer fundiu Xbox 360 e PS3 para evitar a fadiga
Hoje em dia quem precisa de um console de videogame para jogar aqueles games mais poderosos tem que optar por um PlayStation 3 ou um Xbox 360 (fãs do Wii, fiquem a vontade para me xingar nos comentários). Alguns mais espertos – e possivelmente mais cheios da grana – compram os dois e decidem qual jogar apenas com o botão de escolha de saída, do controle remoto da TV. Outros vão além e fundem os dois em uma gabinete de PC.

Essa foi a criação do redditor conhecido apenas como timofiend, que tinha ambos os consoles e aparentemente bastante tempo livre para fazer essa fusão. Ele desmontou um PS3 fat com HD de 80 GB e um Xbox 360 S, arranjou todas as peças dentro de um gabinete específico e conseguiu isso sem provocar nenhum curto circuito, chamando-o de Xbox 360 PS3 PC case. Agora ele pode ligar o mesmo console a duas TVs diferentes e… ok, não há muita utilidade nisso. Mas talvez a Sheeva goste.

Tenho alguma certeza de que essa não é a primeira vez que uma pessoa une os dois consoles em uma caixa só, mas essa é a mais bacana que já vi, principalmente pelos mostradores de temperatura e as luzes, que fazem do gadget um casemod propriamente dito. E timofiend também lembrou de incluir as portas USB e Ethernet da cada console na traseira da case, o que conta pontos.

Os interessados em saber como ele conseguiu unir os dois podem acessar esse post do seu blog pessoal para ver mais detalhes da construção. E muito mais fotos.
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TIM também tem promoção para BlackBerry
Semana passada, você viu aqui no TB os novos pacotes da Claro para BlackBerry. Em pouquíssimo tempo, a concorrência aumentou: a TIM também lançou sua promoção e quer conquistar uma fatia de clientes donos de BlackBerry.
Batizada de BBM + Internet Grátis, o cliente que ativar a promoção poderá usar gratuitamente navegação, BlackBerry Messenger (uma espécie de instant messenger) e redes sociais (Orkut, Facebook, LinkedIn, MSN, Gtalk, Yahoo! Messenger e MySpace) no seu BlackBerry.
A operadora ainda colocou em oferta o BlackBerry Curve 8250 por R$492 para quem deseja experimentar o serviço.

BlackBerry da TIM
Um dos diferenciais da promoção consiste em poder ser ativada tanto por clientes dos planos pré-pagos como do pós-pagos e Controle.
Entretanto, nem tudo são flores: o usuário que utilizar outros aplicativos será cobrado pelo tráfego de dados. Isso significa que você não poderá fazer seus check-ins no Foursquare sem pagar nada.
A promoção só engloba uma conta de email @timbrasil.blackberry.com, impossibilitando sincronizar um endereço de email pré-existente.
Vale lembrar que trata-se de uma promoção. Entretanto, considerando o histórico da TIM, não duvido que o benefício passe a ser prorrogado ou se torne permanente, mesmo que de maneira um pouco diferente. Foi o que aconteceu com o Infinity Web, Infinity Torpedo, os planos Liberty, e quase todas as promoções da empresa.
Agora, só falta a oferta da Oi, certo? A Claro já fez a sua e a Vivo já possui o Vivo On há um bom tempo.
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Campus Party: ingressos à venda por R$ 150
Campuseiros, chegou a hora de garantir a vossa presença na Campus Party 2012. A quinta edição do maior evento tech do Brasil ainda está distante, mas a empresa Futura Networks, responsável pela CParty, colocou os ingressos à venda a partir dessa segunda-feira. Entre no site e garanta imediatamente a sua vaga porque são só 7 mil inscritos — acredite, aquele lugar fica lotado.
Num primeiro momento, os ingressos da Campus Party estão disponíveis somente para os campuseiros veteranos — ou seja, aquele pessoal que participou do evento em anos anteriores. Entre os dias 5 e 12 de setembro os ingressos custam R$ 150 para participar de todos os dias do evento. Depois da data, a venda é livre para o público em geral, ainda com o valor fixado em R$ 150.
A partir de 2 de outubro o mais provável é que o preço para participar da Campus Party aumente para R$ 300 (considerado o preço integral, sem camping nem alimentação). De qualquer forma, eu diria que é bastante improvável que as 7 mil entradas não sejam vendidas antes da data.
Quem quiser acampar no centro de exposições Anhembi Parque deverá desembolsar mais R$ 30. Na edição 2011 da Campus Party quem optou por acampar numa área especial para isso ganhou barraca, toalha e roupão de banho, além de um kit de higiene (tudo devidamente pago pelos patrocinadores).
A organização do evento não informou qual será o esquema para quem optar pela alimentação oferecida à parte pela Campus Party.
A compra de ingressos só é possível por meio do sistema do PagSeguro, que de forma corriqueira garante dor de cabeça ao usuário. É o que tem para hoje, porém.
Grupos de universidades parceiras e caravanas contam com preços diferenciados (consulte nessa página).
Não custa lembrar: a quinta edição da Campus Party acontece no Anhembi Parque, São Paulo (depois de anos marcando presença no Centro Imigrantes), entre os dias 6 e 12 de fevereiro. Nos vemos lá!
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O que esperar do Netflix no Brasil: não muito por enquanto
Um serviço de streaming ilimitado de vídeos não é exatamente novidade. Algumas empresas brasileiras já viram que existe um público que quer acesso a vídeos on-demand, desde que seja oferecida uma seleção boa de vídeos. Foi aí que tentaram se encaixar os serviços como Saraiva Digital, Terra Video On Demand e NetMovies, que também oferece a locação de DVDs.
Mas o Netflix chegou ainda assim, oferecendo apenas o streaming e o conteúdo fruto dos acordos de licença com grandes estúdios. Com um pequeno diferencial dos demais: o acesso via consoles e dispositivos móveis. Então vale a pena pular agora nesse barco? Eu conclui que, por enquanto, pelo que ele oferece, é melhor não.
O conteúdo: variado, porém pequeno
Feita a inscrição e a pesquisa de preferência por gênero de vídeos, é exibida a tela de seleção de títulos onde você escolhe qual assistir. Apesar de dizer que o serviço foi lançado com milhares de horas de programação, Hastings não deu números exatos. Mas ao que parece, a biblioteca tem algumas séries e filmes de sucesso, embora falta bastante coisa.
Para citar alguns exemplos, The Office, série de comédia aclamada em crítica, só tem 5 episódios da primeira temporada. Os filmes do ano passado ainda são escassos e até mesmo certos blockbusters que já saíram de cartaz há algum tempo estão faltando no catálogo, como Watchmen e Batman Begins. Em compensação, TorchWood, série britânica derivada de Doctor Who, e Community, sitcom também sucesso de público, já contam com as duas primeiras temporadas disponíveis inteiramente.
Apesar da maioria das descrições estarem em português, vez ou outra vemos um título em espanhol ou inglês, mostrando que o serviço ainda não foi migrado completamente para cá. E isso se reflete também na questão da classificação indicativa, que ainda mostra as letras do sistema americano e canadense no lugar de números, usado no Brasil.
Já sobre o idioma dos vídeos, Hastings disse que existem vídeos com a dublagem em português e espanhol e existem vídeos com legenda em português e espanhol. Algumas vezes você verá vídeos com as duas opções, mas são raros. A grande maioria deles, no entanto, vão oferecer alguma das duas opções, se já não estiverem na língua escolhida.
Em termos de conteúdo nacional, também temos pouco. Por causa da falta de um acordo de licença com a Globo, dificilmente veremos novelas do conglomerado de mídia no serviço, ao menos por enquanto. Mas existem acordos com outros canais de mídia, como a Bandeirantes, que disponibilizou a série Polícia 24h no serviço.
Durante a apresentação hoje, o CEO da Netflix disse que a política de licenciamento de conteúdos é tentar conseguir filmes em até 1 ano depois que saíram de cartaz e a temporada anterior de séries atualmente passando. Ele também garantiu que novos conteúdos são adicionados diariamente.
Assistindo aos vídeos: qualidade e dispositivos
Para assistir aos vídeos é necessário ter um navegador e o plugin do Silverlight instalado. Então usuários de Mac OS X e Windows (a partir do XP estão incluídos). Mas o acesso não está restrito a computadores apenas. Para quem tem um Nintendo Wii ou PS3, também é fácil: basta colocar o login e senha nos respectivos aplicativos, escolher um vídeo e começar a assistir. Para PS2, é um pouco mais difícil: só funciona no modelo Slim e você ainda precisa pedir um disco antes (que chega em 2 semanas).
Um dos aspectos interessantes do serviço é que você pode parar quando quiser e retomar o vídeo no exato ponto mais tarde, esteja retomando o streaming no PC ou em algum outro dispositivo compatível. A qualidade do vídeo varia de acordo com a conexão, mas depois de alguns segundos armazenando dados em buffer, consegui uma imagem até decente, mas ainda pixelizada.
Além disso, também é possível escolher uma qualidade do vídeo e se fixar nela. Nas opções de conta o assinante pode selecionar entre três qualidades, que gastam entre 0,3 GB por hora chegando a 2,3 GB por hora para vídeos em alta definição. Isso depende, claro, do conteúdo disponível ter versões em alta definição, caso contrário, a melhor versão será exibida.

Por enquanto apenas essas opções estão disponíveis. Já existem aplicativos para iOS, Android e Windows Phone 7, mas como eles estão direcionados para capturar conteúdo dos servidores americanos e não das CDNs da Netflix no Brasil, não vão funcionar no país ainda. A previsão é para até o final do ano
As TVs conectadas, chamadas Smart TVs, também serão compatíveis com o Netflix nativamente. A Samsung já liberou uma atualização hoje e a LG vai liberar nos próximos meses um novo aplicativo do Netflix para suas TVs. Já em termos de set-top boxes, a Boxee Box da D-Link, que já tem acesso ao serviço lá fora, ainda não liberou aqui no Brasil, algo que se repetiu com a WD TV Live Plus, que antes estava disponível só lá fora e hoje foi finalmente anunciada no país.
Conclusão: espere antes de assinar
O Netflix não é exatamente um serviço inovador, já que existem outros que oferecem o sistema de streaming de vídeos que ele já tem. Mas em um aspecto ele ganha dos demais que já existem no Brasil: o número de plataformas diferentes que ele atinge e uma biblioteca um pouco (e põe ênfase nesse pouco) melhor do que os demais.
Todos os novos membros do Netflix recebem um mês de graça para testar o serviço. Se não gostarem, podem cancelar direto no site (uma ótima vantagem, aliás). Mas a falta de compatibilidade com os dispositivos móveis e set-top boxes, por enquanto, e a biblioteca ainda pouco convidativa me levam a concluir que é melhor não gastar seu mês gratuito com algo que tende a melhorar daqui a alguns meses.
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Câmara aprova redução de impostos para tablets
O tablet popular está mais próximo de se tornar uma realidade. A Câmara dos Deputados, num arroubo de discussão produtiva (algo raro), aprovou a medida provisória que zera o PIS e o Confins para os tablets. Portanto, esse tipo de equipamento tende a ficar mais barato, bem a tempo do tão prometido “Natal dos Tablets” do qual o ministro Aloízio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, tanto esbraveja.
Em um plenário praticamente vazio, chegou-se à aprovação da MP 534/11 que beneficia os dispositivos eletrônicos popularmente conhecidos como tablet. O Ministério das Comunicações projeta uma redução de 31% no preço dos tablets a partir do momento em que os produtos forem produzidos no Brasil contando com a redução fiscal.
Mas é bom ficar de olho: a decisão da Câmara não é definitiva. Agora a medida provisória segue para o Senado, também em Brasília, onde passa por nova discussão antes de ser aprovada (ou não, mas o mais provável é que seja aprovada).
A MP define o tablet como “máquina de processamento de dados portátil com tela sensível ao toque superior a 140 cm²”.
Por meio de outra medida provisória, o governo havia garantido a redução também no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e II (Imposto sobre Importação) dos dispositivos do tipo.
Finalmente os nossos políticos se entendem sobre um assunto de total interesse desse povo geek que curte uma tecnologia nova. Ainda existem pontos que precisam ser revistos, como a montagem dos produtos com pelo menos 25% de componentes produzidos no Brasil — nós temos uma indústria capaz de dar conta dessa produção? A pergunta fica em aberto.
Tomara que, no aguardado 25 de dezembro, milhares de pessoas possam desembalar seus presentes e descobrir um belo tablet embalado. Com os dizeres “Produzido no Brasil” na caixa.
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Windows 8 rodará aplicativos do WP7

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A Microsoft aparentemente já tem uma estratégia razoável para combater os poderosos Android e iOS no feroz mercado global de dispositivos móveis.
Como se sabe, aquele-que-não-será-chamado Windows 8 pela primeira vez deverá chegar às lojas em duas versões. Uma delas será “tradicional”, capaz de rodar sobre hardware x86 (presente em laptops e desktops espalhados por todos os cantos), e a outra será compatível com chips ARM, presentes em tablets e outros dispositivos de mão produzidos pela maioria dos fabricantes ao redor do mundo.
De acordo com a opinião de Jen-Hsun Huang, CEO da Nvidia – empresa conhecida não só por fabricar placas gráficas, mas também uma ampla linha de processadores com a arquitetura ARM – a próxima geração do Windows deverá ter como grande destaque a capacidade de rodar aplicativos desenvolvidos para o Windows Phone 7. Em suas palavras, “os desenvolvedores não estão perdendo tempo desenvolvendo programas para uma plataforma que tem menos de 2% do mercado”.
Esperado para chegar às lojas no próximo mês de abril, a nova geração do Windows será a primeira da empresa desenvolvida pensada para rodar sobre tablets e outros dispositivos que deverão dominar o mercado nos próximos anos. Em julho deste ano, Andy Lee, presidente de desenvolvimento do Windows Phone afirmou que, um dia, a versão móvel e a desktop eventualmente irão “se fundir” um dia.
Com informações: Business Insider
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4 de setembro de 2011
Por que eu comprei um Android em vez de um iPhone
Há uma passagem bem interessante do meu começo com o Linux: logo depois de instalar o Conectiva em um Pentium 100 com 16MB de RAM e testar por alguns dias, meu primo (que me apresentou ao sistema que iria “derrubar a Microsoft em poucos anos”) veio me perguntar o que eu estava achando. “É muito bom, mas é meio lento, não?” respondi. Afinal, se não estivesse lotado de programas e dll’s perdidas, o Windows 95 rodava muito bem naquela máquina. Porque eu iria trocar de sistema se apesar das vantagens ele era mais lento?

“Ué, troca de ambiente gráfico”, meu primo respondeu. “Tem vários aí, testa o WindowMaker ou o icewm e pronto”. E, pela primeira vez, eu fui apresentado a um dos conceitos mais interessantes por trás do Software Livre: o poder da escolha. Tendo o tempo e a disposição necessária eu poderia deixar de usar um ambiente gráfico baseado no Windows e partir para coisas completamente diferentes. E aos poucos, justamente por testar esses ambientes, fui descobrindo pontos fracos na usabilidade do Windows, coisas que até então eu não percebia, ou estava tão acostumado a fazer daquela forma que não percebia que não era a forma que, para mim, não era a mais rápida.
“Mas… esse não era um texto sobre as vantagens do Android sobre o iPhone? Vim parar no post errado?” – você deve estar se perguntando. Calma, que acabamos de chegar ao ponto que, para mim, mais importa no que diz respeito ao Android: o poder da escolha.
Eu escolho como usar meu Android

Posso ter meu Android assim....
É comum que as pessoas, ao defenderem o iPhone, usem a frase “eu faço o que quero com ele”. O problema é que você pode até fazer o que quer com ele, mas você faz do jeito que a Apple decidiu que você faria, e até o ponto em que a Apple decidiu que você deveria ou não fazer algo. Não parece estranho que você possa fazer o que quiser, desde que uma empresa te diga se você pode ou não?
Com o Android é diferente. Não gostou do lançador de aplicativos que vem com o celular que você comprou? Na Android Market existem dezenas de alternativas. Algumas são mais pesadas, outras mais leves, algumas tem recursos 3D lindos e outras tem um papel de parede diferente, e olhe lá. Mas eu escolho. E escolho mais: Não quero que o slider de aplicativos funcione para os lados? Há alternativas para que ele funcione de cima pra baixo, ou até dentro de um globo 3D.

...ou assim. Ou de outras dezenas de formas diferentes!
E o que eu ganho com isso? Produtividade. Com um pouco de tempo eu posso deixar meu Android da melhor forma para atender as minhas necessidades de uso. O mesmo aparelho, com a mesma versão do sistema e até mesmo os mesmos aplicativos podem ser totalmente diferentes um do outro na hora de usar. E aos poucos, vamos percebendo que o iPhone tem alguns problemas de usabilidade que, dependendo do usuário, podem ser irritantes.
Um adendo antes de terminar esse ponto: muitos de vocês já devem ter lido até aqui e estão correndo para a caixa de comentários para dizer que com o uso do jailbreak é possível customizar o iPhone também. Antes que você faça isso, é bom lembrar que o jailbreak é um procedimento não-oficial, que não é aprovado pela Apple, e que, portanto, não está sendo considerado em qualquer momento desse artigo. Se você comprou um iPhone e fez um jailbreak só pra mudar a forma como o slider funciona, você não deveria ter comprado um iPhone.
Eu também escolho o modelo de aparelho com Android
Digamos que por algum motivo eu não goste do iPhone 4. O modelo não fica legal na calça, os botões estão num ponto em que acabo apertando no meio da ligação, e por aí vai. O que acontece se eu gostar do iOS nesse caso? Me acostumo com um modelo de hardware que eu não gosto, simples. Compro uma calça com bolsos maiores, sei lá.
Com o iPhone estou preso a um único modelo de hardware, desenvolvido por uma única empresa. Com o Android, eu escolho qual hardware eu quero, qual o formato, qual a fabricante, e até mesmo qual a faixa de preços. Obviamente, em algum momento você vai ter que escolher entre preço baixo ou recursos, mas não é exatamente assim que fazemos quando queremos comprar qualquer outra coisa?

Parece bobagem mas basta lembrar como era antes do Android: cada empresa tinha o seu próprio sistema operacional para celulares e não só a migração como o próprio desenvolvimento de aplicativos era um inferno. Quando muito, você precisava desenvolver em Java e, mesmo assim, o programa podia não rodar corretamente em um ou outro modelo novo. E o que era pior: como o desenvolvimento do sistema comia um recurso precioso no tempo de criação do celular, tínhamos poucos aparelhos com recursos realmente inovadores.
Hoje eu posso mudar de aparelho e fabricante sem medo: meus aplicativos já comprados vão continuar lá, só preciso migrar. Alguns deles até mesmo migram as configurações. E, como o Android já está pronto, a empresa só tem que adaptar.
Temos aplicativos também!
Hoje em dia é difícil encontrar aplicativos realmente necessários que não tenham uma versão para Android e iOS? E qual o motivo? Mercado. O Android possui uma fatia considerável do mercado de smartphones e muitas vezes não faz sentido deixar essa parcela de clientes de lado por um preciosismo bobo. Mas e quando só existe a versão para iOS? Sinceramente, até hoje não encontrei nada para iOS que não tivesse uma versão para o Android, ou ao menos um app equivalente.
Com exceção de jogos, claro. Mas não sinto tanta falta de jogos assim no telefone. Prefiro gastar a bateria com outras funções (internet, por exemplo). E responda com sinceridade: das centenas de jogos instalados no seu iPhone, quantos você jogou na semana passada?
Existem outras vantagens: longe da rédea curta da Apple na hora de aprovar apps, desenvolvedores para Android podem criar diversos aplicativos para os mais devidos afins. Um exemplo é o inútil (porém divertidíssimo, ainda mais na hora de ver a reação dos amigos) Training with Hinako, um app que usa o acelerômetro do celular e uma menina bem… saliente, por assim dizer, para encorajar os nerds a fazer exercícios. No mundo limpinho da Apple, um aplicativo dessas é inconcebível.

Training with Hinako. Você nunca mais ficará forte apenas de um braço.
Ou seja, há no Android um campo muito fértil para desenvolvedores. Basta eles saberem aproveitar.
Ele é melhor (para mim)
Não vou mentir, o Android tem dezenas de problemas. Alguns são facilmente contornados (“Oh! Um malware! E como eu posso impedir que ele ataque meu celular? Já sei, é só não instalar qualquer app que eu vejo por aí!”) e outros nem tanto (a falta de atualizações na maioria dos aparelhos ainda incomoda, e muito, os donos), mas no geral é um sistema que me dá o que a Apple não considera importante: liberdade.
Muitos podem considerar que “liberdade” não é um conceito válido para comparação de celulares, mas pergunte a si mesmo: você realmente precisa do iTunes para copiar músicas para o seu celular? Você realmente precisa que os vídeos estejam em um formato único para que ele possa ser copiado para seu celular? Ou você não vê problema algum em abrir mão disso (e muito mais) apenas para ter um celular que vale muito mais como status social?

Há outro ponto importante: concorrência é bom, para ambos os lados. Assim, tanto a Apple quanto o Google ficam em uma briga eterna por novos recursos e melhorias que trazem vantagens para apenas uma pessoa: você. Se a única alternativa do mercado fosse o iOS, não haveria necessidade de tantas mudanças assim. Basta lembrar de como era a Microsoft na década de 90. Foi justamente com o aumento de usuários de Linux e OSX que ela começou a rever seus sistemas e promover mudanças sérias na usabilidade.
No final é uma questão de escolher os pontos que mais lhe agradam em cada plataforma. Eu escolhi uma plataforma que me permite fazer escolhas. Obviamente, amanhã eu posso olhar para um iPhone 5 e pensar que seria impossível viver sem ele, abrindo mão dessa liberdade que tanto gosto. Mas por enquanto, não há nada no iPhone que me faça deixar o robozinho verde de lado.
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31 de agosto de 2011
Conheça a tecnologia 4K a resolução do Futuro

Se você acabou de comprar aquela TV de LED Full HD super moderna, com resolução de imagem de 1080p achando que o aparelho que vai ocupar um lugar de destaque na sua sala é o que existe de mais moderno em termos de resolução de imagens saiba que está redondamente enganado.

Porém, uma nova tecnologia que já começa a se tornar realidade promete multiplicar por cinco a qualidade de definição das imagens digitais. Trata-se do 4K, a melhor resolução possível até o momento para captação e exibição de imagens digitais.
Em 2006 os grandes estúdios começaram a testar uma tecnologia de captação de imagens digitais chamada 2K. Esse sistema contempla uma resolução de 2048x1080 pixels. Para se ter idéia, é uma resolução levemente superior a da HDTV que exibe imagens em 1920x1080 pixels.

O 4K também ira revolucionar a internet.
Você pode imaginar que 2,6 Terabytes é muita coisa para apenas um filme. E é mesmo. Com exibição digital os velhos rolos de filme seriam substituídos por pequenos HDs contendo o filme, mais práticos de serem transportados, mas também muitíssimo mais sujeitos à pirataria.
Colocando em miúdos temos as seguintes resoluções:
FULL HD 730p - 1280 x 720
FULL HD 1080p - 1920 x 1080
2K – 2048 x 1080
4K – 4096 x 2160
Hoje está tecnologia esta cada vez mais próxima de nós, o YouTube disponibiliza o Upload de vídeos em 4k e a reprodução dos mesmo, claro que essa tecnologia não é para qualquer um tendo em vista que hoje as velocidades médias de internet no Brasil estão em torno de 10MB, velocidade drasticamente abaixo da necessária para a visualização de “4k”s sem cortes.
E para poder falarmos desta tecnologia não podemos pensar no agora, tendo em vista o aumento de banda e de monitores com cada vez mais definição, em um futuro talvez não tão breve essa resolução possa ser utilizada como hoje é a 1080p, mas hoje pode ser considerado por muitos um “desperdício” do Google em um site streaming de vídeo.
Alguns exemplos de resolução de videos em 4K:
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